Porque só o Bitcoin interessa - Direitos humanos

ARTIGOS

LexLíber

11/27/2023

"Porque só o Bitcoin interessa - Direitos humanos

Apenas o Bitcoin tem a característica exclusiva de ser descentralizado o suficiente para não depender da vontade política ou opressora, tornando ditadores, tiranos e bandidos obsoletos. Esta característica confere uma ferramenta essencial para dissidentes de narrativas oficiais, minorias e até mesmo refugiados de guerra.

Ao longo deste último ano, temos assistido a vários eventos draconianos, como no Canadá, onde uma manifestação pacífica foi considerada terrorismo por Justin Castro, e onde manifestantes pacíficos foram presos e contas bancárias congeladas por simplesmente discordarem e desejarem exercer o livre arbítrio, que é exclusivo do ser humano.

Sim estamos a falar de fakemia 19 e mandatos obrigatórios de vacinação.

Como nem tudo é mau e existem mais pessoas boas do que más, foi feito um crowdfunding para ajudar aqueles manifestantes cujas contas bancárias foram expropriadas/bloqueadas.

No entanto, o filho de Castro, Justin confiscou a conta de crowdfunding.
E porque consegui-o?
A empresa de crowdfunding era uma empresa centralizada que trabalhava com dinheiro fiat, e como sabemos dinheiro fiat ou sistema tradicional precisa de vontade e permissão política.

Então nesse momento, surge um anónimo no Twitter com o nome de @HonkHonkHodl com a iniciativa de um crowdfunding numa plataforma chamada Tallycoin, que, ao contrário das outras, utiliza Bitcoin.
Assim, o problema foi resolvido, pois o opressor não tem poder sobre a rede, ao contrário do sistema tradicional.

Os camionistas puderam receber o apoio de quem desejar doar "hard money," ou seja, Bitcoin, sem interferências, e pelo menos sustentar o custo da manifestação, estamos a falar de comida, combustível e até os gastos fixos mensais.

Em resumo com um ou outro pormenor a apontar, bitcoin passou com sucesso o teste da tirania cancelamento social e censura.

Também temos um caso interessante que importa referir aqui, como todos sabemos, após a saída desastrosa dos Estados Unidos do Afeganistão, os Talibãs tomaram o controlo de praticamente todo o país.

No meio desta história de psicopatas, o grupo de seres humanos mais afetado foram as mulheres, que perderam o direito mais fundamental, que é a liberdade. Mas, para contar esta história, precisamos recuar 10 anos.

Roya Mahboob é uma afegã que fundou a Afghan Citadel Software Company, uma empresa de desenvolvimento de software sediada em Herat, no Afeganistão, com 85% da sua massa colaborativa composta por mulheres.

Roya deparou-se com um problema, o pagamento. Inicialmente, fazia os pagamentos em dinheiro físico, mas isso representava um enorme risco, pois além de ser físico, tinha outros problemas, como o envio de dinheiro para a família ou simplesmente uma revista, já que as famílias mais conservadoras não aceitavam a liberdade de mulheres poderem trabalhar.

Foi então que um parceiro de negócios mencionou o Bitcoin, explicando que era uma nova forma de dinheiro que poderia ser enviado de telefone para telefone, sem intermediários, descentralizado e imune a censuras, sem a necessidade de uma conta bancária tradicional. Ao contrário da moeda afegã, quando Roya Mahboob começou a pagar em Bitcoin, cada unidade valia cerca de 13 dólares.

Roya Mahboob ensinou a todas as suas funcionárias como instalar carteiras e fazer backups. Quando alguma das suas funcionárias precisava de dinheiro fiat, Roya Mahboob recomprava-o, atuando como corretora. Dessa forma, as mulheres tinham o dinheiro físico necessário para as suas obrigações, mas não corriam o risco de ter dinheiro fiat em mãos por longos períodos.

Claro que esta história é muito mais ampla e tem muitos outros pormenores que resumimos, mas se ficou curioso pode pesquisar no Google "Roya Mahboob" para saber mais detalhes.

Por fim, gostaria de colocar uma questão: Se o seu país entrasse em guerra, qual seria a forma mais fácil de fugir?
Ouro, dinheiro tradicional ou Bitcoin?
Se respondeu Bitcoin, acertou.

O Bitcoin é a única arma que pode ser transportada e mobilizada sem que ninguém saiba e sem que ninguém veja.
Por isso, proteja-se.

Escrito por LexLíber